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Wagner Moura é nomeado embaixador da Boa Vontade da ONU



12/09/2015

 

Ator vai trabalhar com a Organização Internacional do Trabalho (OIT) pelo fim do trabalho escravo

POR 

 

Wagner Moura: embaixador da ONU contra o trabalho escravo - Guito Moreto / Agência O Globo

 

RIO — O ator Wagner Moura foi nomeado pela Organização das Nações Unidas (ONU) como um dos seus embaixadores da Boa Vontade.

O brasileiro, que interpreta o traficante colombiano Pablo Escobar na série da Netflix "Narco", com estreia prevista para este mês, vai trabalhar junto à Organização Internacional do Trabalho (OIT) pela campanha "50 pela Liberdade", que luta pelo fim do trabalho escravo no mundo. A informação foi divulgada pelo ator ao site "The Hollywood Reporter".

A campanha pede que mais nações ratifiquem os protocolos da Convenção sobre o Trabalho Forçado de 1930.

 

 
 
— Eu acredito que a escravidão moderna é a agressão mais escandalosa sobre os direitos de um indivíduo — afirmou Moura.— Precisamos de um novo instrumento internacional na luta para acabar com a escravidão moderna e precisamos que maispaíses o ratifiquem o mais rápido possível.

 

De acordo com Moura, o trabalho escravo trata-se de um problema que ele mesmo presenciou ao crescer em uma região rural do Brasil, e que o deixou "profundamente tocado" ao ver "como a pobreza força as pessoas a trabalhar em condições exploratórias e difíceis".

Nos últimos dois anos, o ator também tem trabalhado com a OIT em seus esforços para combater o trabalho infantil.

— Wagner Moura possui um forte histórico em se pronunciar contra o trabalho escravo, então estamos muito felizes em pedir a sua ajuda para aumentar a conscientização sobre esta questão — afirmou o diretor regional do OIT para a América Latina e o Caribe, José Manuel Salazar-Xirinachs. — Existem cerca de 21 milhões de mulheres, crianças e homens ao redor do mundo que são vítimas de uma escravidão moderna. Na América Latina, existem cerca de 1,8 milhões de pessoas presas nessas condições, de acordo com as nossas estimativas.

Diretora de comunicação da OIT, Marcia Poole, se disse animada em trabalhar com o brasileiro:

— A sua sólida reputação como um ativista de direitos humanos e a sua reputação no Brasil, e, de forma crescente, no cenário internacional, significa que teremos um poderoso defensor nos ajudando a fazer com que a nossa mensagem chegue a aqueles que podem mudar as coisas e conectar pessoas, principalmente os mais jovens.



 
 



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