Logo


Você está em: Inicial > noticias > mhud-na-midia > exibir.php

 
Maximizar


Manifesta√ß√£o re√ļne famosos em Rondon do Par√°



28/11/2011

Diário do Pará    RICARDO D'ALMEIDA

Vários atores globais participaram da manifestação que lembrou os 11 anos do assassinato de José Dutra, o "Dezinho", em Rondon do Pará.

Foram dois dias de programação em memória aos 11 anos do assassinato, em 21 de novembro de 2000, do sindicalista e então presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Rondon do Para, José Dutra da Costa, o Dezinho. Sua viúva, Maria Joel, luta até hoje na justiça para ver os mandantes do crime atrás das grades. O pistoleiro Wellington de Jesus Silva, preso em flagrante, foi condenado a 29 anos de prisão, entretanto, após cumprir 2 anos da pena, fugiu e até o momento não foi recapturado.

Na sexta feira (25), à noite, houve uma programação cultural onde foram exibidas obras cinematográficas com temáticas relacionadas à luta dos trabalhadores por reforma agrária, bem como documentários mostrando os frequentes casos de assassinatos impunes.

No sábado, simultaneamente a uma feira com os produtos agrícolas oriundos dos assentamentos de terra do município, houve uma mesa de debates onde estiveram presentes, além do Sindicato dos trabalhadores Rurais de Rondon Do Pará, deputados federais e estaduais, representantes da Fetagri, Contag, CUT, MHuD, Justiça Global, STTRS, Comissão Pastoral da Terra e outras entidades.

HUMANOS DIREITOS

A Organização Não Governamental Movimento Humanos Direitos, composta por vários astros e estrelas de renome nacional, abraçou a causa da família de Dezinho e do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Rondon do Pará. Osmar Prado, Camila Pitanga, Letícia Sabatella e Sergio Marone foram alguns dos membros da ONG que participaram da passeata e do ato em praça pública.

Para a atriz Camila Pitanga, a intenção é virar a página da impunidade no campo. “A gente quer que Rondon do Pará vire a página e saia desta imagem de lugar violento, de terra de impunidade, para um lugar de paz, de conciliação de todas as classes sociais”, afirmou.

Letícia Sabatella declarou que mortes e crimes são coisas que são feitas para desestimular a luta por uma justiça social, uma melhor distribuição de renda e recursos, de uma boa utilização do nosso patrimônio. “Neste momento, nós estamos aqui para mostrar que existe uma força, há pessoas que olham por eles, que tão juntos, e de algum modo acreditamos nesta luta, estando onde nós estivermos”. (Diário do Pará)



Rede Social
Youtube
Facebook
Twitter
 
Movimento Humanos Direitos ® Todos os direitos reservados. Pol√≠tica de Privacidade. Mapa do Site.
Desenvolvido por MelhorWeb Tecnologia