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AMMP recebe Prêmio João Canuto de defesa dos direitos humanos



31/10/2011

 


 

31/10 - 00:00


A Associação Mineira do Ministério Público (AMMP) será agraciada com o Prêmio João Canuto no dia 10 de novembro, no Rio de Janeiro, pelo Movimento Humanos Direitos. Anualmente, essa homenagem é destinada a oito pessoas e instituições que se destacam nas diversas frentes dos direitos humanos. O presidente Rômulo Ferraz receberá a honraria pela AMMP em solenidade na Universidade Federal do Rio de Janeiro. A atriz Dira Paes é presidente do Movimento.


Segundo o Movimento,  a AMMP foi escolhida pela defesa instransigente dos direitos humanos em seus mais de 50 anos de fundação, tendo se tornado "modelo para as entidades de classe congêneres no país". Para o presidente da AMMP, Rômulo Ferraz, a indicação representa o reconhecimento do trabalho do Ministério Público mineiro ao longo dos anos e, mais notadamente, as ações empreendidas pelo Centro de Apoio das Promotorias de Conflitos Agrários e dos órgãos de execução dessa área.


Também serão agraciados:  a cineaste paulista Aline Sasahara, que fez, entre outros,  o documentário Salve Santo Antônio, produzido para ser uma ferramenta à disposição das famílias atingidas pela explosão de uma fábrica clandestina de fogos de artifício em Santo Antônio de Jesus (BA); Débora Noal,  em nome de Médicos Sem Fronteiras (SE), organização internacional que leva ajuda médica e humanitária a pessoas em situações de emergência, em casos como conflitos armados, catástrofes naturais, epidemias, fome e exclusão social;  o bispo dom José Luís Azcona (PA), que denunciou graves casos de violação dos direitos humanos envolvendo mulheres, adolescentes e crianças no arquipélago da ilha localizada no norte do Pará. Ele pertence à Comissão Justiça e Paz da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, Norte 2 (CJP/CNBB/N2);  José Carlos Medeiros Nunes (RJ), o padre Quinha, nascido em Petrópolis e sacerdote diocesano há 15 anos, incentivador do Grupo Assistencial SOS Vida e da Pastoral da Aids na Diocese de Petrópolis, além  de fundador da Associação Oficina de Jesus. Fundou também uma indústria de reciclagem,  que gera renda para sustentar os sítios, onde acolhe os recuperados, dando-lhes trabalho e promovendo sua reinserção na sociedade.


O prêmio será entregue a Marcos Palmeira (RJ), ator e produtor de documentários indígenas, cuja  ligação com o campo vem da infância. É exemplar fazendeiro de alimentos orgânicos, sendo sua propriedade referência em agricultura orgânica e sustentável; e para a advogada Mary Lúcia Xavier Cohen (PA), integrante da Comissão Nacional de Direitos Humanos da OAB e da Comissão Nacional de Combate ao Trabalho Escravo do Governo Federal (Conatrae), voluntária da CJP/CNBB N2.



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