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Apoio à família de Dezinho, sindicalista assassinado no Pará - filme



12/04/2007

O MHuD apoia a famíla de Dezinho, José Dutra da Costa, presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Rondon do Pará, assassinado por Wellington de Jesus Silva.

O réu foi condenado, por unanimidade a 29 anos de prisão.

O assassinato aconteceu em novembro de 2000. Sua viúva Maria Joel, hoje presidente do mesmo sindicato, é também ameaçada de morte.

No dia 12 de abril, OTTO, representando o MHuD, participou do julgamento.

 

Fotos: Otto

Denúncia à OEA

 O acusado de mandar matar o sindicalista é Décio Barroso Nunes, o Delsão. O fazendeiro já foi pronunciado, mas uma promotora pediu sua exclusão do processo. A Anistia Internacional e entidades de direitos humanos protestaram contra a ação do Ministério Público, que favorece Delsão. As decisões tomadas pelo Ministério Público e Provita já foram relatadas à Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA, que abriu um processo contra o governo brasileiro pela demora na apuração do crime. 

As entidades avaliam que, caso a decisão não seja revista, a principal testemunha do assassinato de Dezinho, além de não se apresentar ao juiz de Rondon do Pará, não poderá comparecer ao Tribunal do Júri se algum mandante ou intermediário for julgado. Caso isso ocorra, as chances de condenação dos acusados do crime serão remotas, abrindo caminho para a impunidade. “Inexplicavelmente, isso ocorre no momento em que a promotora, que responde temporariamente pelo Ministério Público local, requereu a impronúncia do pecuarista Décio Barroso, principal acusado de ser o mandante do crime”, ressaltam CPT, Fetagri/PA e STR de Rondon. 

Foi graças ao testemunho de Silva que a polícia chegou ao acusado de ser o mandante do crime. Além de apontar o pecuarista como principal responsável pela morte do sindicalista, ele relatou o envolvimento de Delsão no assassinato de outras cinco pessoas que trabalhavam em suas serrarias em Rondon do Pará. À época do crime, Silva foi incluído no Provita, onde permaneceu por cerca de dois anos. 

Como o processo ficou suspenso por quase três anos, ele solicitou seu desligamento, alegando dificuldade de permanecer com toda sua família por tanto tempo no programa. Desde então, passou a residir em outro estado. Com a retomada do processo e a inclusão de outros acusados de participação no crime, foi necessário ouvir Silva novamente em juízo.

Assista o filme de apoio do MHuD:

Saiba mais sobre o julgamento, neste site em: NOTÍCIAS/MHuD NA MÍDIA: 2007 ABRIL



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