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Carta em repĂșdio ao assassinato do jornalista Luiz Carlos Barbom Filho



03/05/2007

 

 

 

Membros

Adair Leon Rocha
 Aroeira
Bete Mendes
Bruno Cattoni
Camila Pitanga
Carla Marins
Cássia Reis
César Guerreiro
Chico  Diaz
Clarice Niskier
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Cosme dos Santos
Cristiane Costa
Cristina Pereira
Daniel Carvalho de Souza
Daniel Negri
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Eduardo Tornaghi
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Erlon Cherque
Generosa de Oliveira
Íris Gomes da Costa
Klaus Deueche Rabello
Leonardo Vieira
Letícia Sabatella
Luciana Lopes
Luiz Fernando Lobo
Marcos Frota
Marcos Winter
Mario da Paixão Taurinho
Miriam Rezende
Osmar Prado
Pepita Rodriguez
Ricardo Rezende
Salete Hallack
Silvia Buarque
Vic Militello
Virginia Berriel
Wagner Moura
Zezé Polessa

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humanosdireitos
org

                    

                                     Movimento Humanos Direitos 

 

Rio de Janeiro, 03 de Maio de 2007

 

      O Movimento Humanos Direitos, MHuD, repudia o assassinato do jornalista Luiz Carlos Barbom Filho, de 37 anos, morto na cidade de Porto Ferreira, interior de São Paulo, em local público, à queima-roupa, depois de sofrer diversas ameaças. E manifesta sua solidariedade à família da vítima, em especial, a sua esposa Cátia Rosa Camargo e seus dois filhos.

     O crime fere a cada um de nós. Fere o exercício da cidadania, o direito à liberdade de imprensa e de expressão, e especialmente a autoridade do Estado que deveria ser de direito.

    Luiz Carlos havia denunciado em 2003 um esquema de aliciamento de crianças e adolescentes envolvendo políticos e empresários do Município.
  
    Lembramos que dos 10 acusados no escândalo de Porto Ferreira, apenas o garçom Walter Mafra, continua preso. Os empresários e vereadores envolvidos tiveram suas penas reduzidas ou apelaram para a liberdade condicional.

      Este escândalo sexual que envolveu meninas de 9 a 12 anos e que foi denunciado em 2003 por Luiz Carlos, é aviltante para toda a sociedade brasileira. O assassinato do jornalista reforça ainda, a necessidade de que uma vez julgadas, as penas venham a ser cumpridas neste país.

    Clamamos aos órgãos competentes que atuem com rigor e rapidez para solucionar este assassinato premeditado e brutalmente cometido.

 

 



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