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O Movimento Protesta Contra IncĂȘndio de Oca em MaricĂĄ



01/05/2009

PRISCILA CAMARGO
Atriz e Contadora de Histórias
Membro do MHuD - Movimento Humanos Direitos (Artistas na Luta pelo Respeito aos Direitos HUmanos)
Membro da Diretoria da CIN - Comissão Indígena de Niterói
 
Como Amiga e Divulgadora da Cultura Indígena, em especial a Guarani, quero manifestar aqui minha revolta em saber do incêndio à Óca feita pelos Guarani, na Praça de Maricá!
 
Gostaria me solidarizar com o Prefeito Washington Quaquá, falando também da minha indignação, quanto a essa discriminação gratuita e até suspeita, demonstrada por esse incêndio!
 
Sinto muitíssimo que isso tenha acontecido, porque só vem macular a linda festa do 1º de Maio, onde com certeza, os Índios Guarani contribuíram para engrandecer a Beleza do momento, do qual eu tive também a honra de participar.
 
Ao Prefeito, gostaria de dizer ainda que penso que deve investigar sim os culpados, apurando os fatos, mas que não deve se deixar intimidar por esses covardes anônimos de plantão, que tem como meta apenas desestimular o desenvolvimento da Cultura e o engrandecimento da Cidade de Maricá!
 
Deixo aqui o meu mais fraterno e solidário abraço ao Prefeito Washington Quaquá, a todos os seus do seu governo e aos Cidadãos de bem de Maricá, que, com certeza também estão tão chocados e indignados quanto nós!
 

Fotos: Divulgação/Informativo CULTURARTEEN

Prefeitura Municipal de Maricá
Subsecretaria de Comunicação Social

Por João Bosco Gaspar

Vândalos incendeiam oca de índio em Maricá
 
   Em uma atitude de vandalismo, dois indivíduos ainda não identificados, que saíram de um bar localizado nas proximidades, atearam fogo à oca erguida pelos índios guaranis na Praça Orlando de Barros Pimentel, no Centro de Maricá, para as comemorações do Dia do Trabalhador. O atentado ocorreu por volta das cinco horas de hoje e o fogo chamou a atenção de um guarda municipal que, no entanto, não conseguiu debelar o incêndio.
  
Indignado, o prefeito Washington Quaquá, que ofereceu uma área no município para os guaranis se transferirem de Camboínhas para a cidade, classificou o ato como desumano. O secretário municipal de Segurança, coronel Jorge Braga, disse que o Serviço Reservado do 12º Batalhão da Polícia Militar e agentes da 82ª DP estão à procura dos autores do atentado.



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