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PRÊMIO JOÃO CANUTO 2017



11/12/2017

O Prêmio João Canuto 2017

será no

CCBB do Rio de Janeiro

dia 11 de Dezembro

às 18hs

 

 

Os contemplados deste ano:

 

Conceição Evaristo (MG) - escritora premiada com relevante militância no tema do racismo.

 

Dada Borari (PA) - liderança indígena

 

José Vargas Jr. (PA) - advogado militante de direitos humanos, que entre outras causas, tem defendido as famílias de Pau D'Arco. Está sendo ameaçado e procurado, por isso está foragido com a família.

 

Justiça Global (RJ) - ONG de proteção  aos direitos humanos, reconhecida internacionalmente.

 

MAB - Movimento dos Atingidos por Barragens (direitos humanos), representatividade nacional

 

Silvero Pereira (CE) - ator, dramaturgo, voz em prol da causa LGBTI

 

Vera Malaguti (RJ) - professora da UFRJ com importante atuação junto à população de rua. 

 

Xavier Jean Marie - (TO) da CPT com atuação relevante no combate ao trabalho escravo. 

 

Outorgados pelo MHuD, nos últimos 11 anos:          TODAS AS PREMIAÇÕES  

 

                                                           Quem foi João Canuto      

 

 


Após várias ameaças de morte, o dirigente sindical, João Canuto, foi assassinado com 18 tiros, no dia 18 de dezembro de 1985. Ele era perseguido principalmente por sua luta pela reforma agrária. O crime foi planejado por um grupo de fazendeiros do sul do Pará, entre eles Adilson Carvalho Laranjeira, fazendeiro e prefeito de Rio Maria na ocasião do assassinato, e Vantuir Gonçalves de Paula. O inquérito foi concluído oito anos após a ocorrência do crime. A denúncia foi feita pelo Ministério Público apenas em 1996. Um ano depois, sob ameaça da Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA (Organização dos Estados Americanos) de condenar o governo brasileiro pela demora na apuração dos fatos, o andamento do processo foi agilizado. Em 1999, o Brasil foi condenado pela Comissão Interamericana devido à lentidão na apuração do caso. Sob pressão de organizações de direitos humanos, em 2001, os dois acusados foram pronunciados como mandantes do assassinato.

Vale ressaltar, entretanto, que a perseguição e violência contra os trabalhadores rurais continuam na região. Cinco anos após a morte de Canuto três de seus filhos, Orlando, José e Paulo, foram seqüestrados e dois deles foram assassinados. Orlando sobreviveu, mas ficou gravemente ferido. Expedito Ribeiro, sucessor de Canuto na presidência do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, foi assassinado em 2 de fevereiro de 1991. Um mês depois, Carlos Cabral, sucessor de Ribeiro e genro de Canuto, foi ferido num atentado a bala.

 

Em breve, mais informações.

Saiba mais sobre o Prêmio João Canuto: http://www.humanosdireitos.org/atividades/premio-joao-canuto/ 



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