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Estratégias para resgate a crianças desaparecidas.



22/05/2015

Camila Pitanga, do MHuD, grava Campanha.

CREMEPE 21/05/2015, editada por Joelli Azevedo

 

Estratégias para resgate a crianças desaparecidas.

Conselhos de Medicina contribuem para resgate de crianças desaparecidas

Foto de divulgação

 

No dia 25 de maio, data em que é celebrado o Dia Internacional da Criança Desaparecida, o Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe) junto ao Conselho Federal (CFM) realizarão mobilização em Pernambuco para chamar atenção dos médicos e da sociedade este problema. Por ano, estima-se que 50 mil somem no país e cerca de 250 mil ainda não foram solucionados. No mundo esse número chega a 25 milhões.

A equipe do Cremepe visitará o Hospital da Restauração e o Hospital Helena Moura, além de realizar panfletagem em outras unidades. A proposta é que um grupo de conselheiros e médicos visitem hospitais a fim de estimular colegas e outros profissionais da saúde a colaborarem com a busca dessas crianças, além de orientar pacientes a evitar o problema.

“Os Conselhos enaltecem o grave situação que afeta a sociedade brasileira, notadamente a parcela mais carente. Queremos pedir aos médicos para que fiquem atentos, principalmente os da área de Pediatria, pois é cada vez maior o número de casos”, alertou o presidente do CFM, Carlos Vital Tavares Corrêa Lima.

Ações com os médicos - O CFM quer contribuir para reverter esta realidade. Por isso, desde 2011, o CFM desenvolve junto à categoria uma campanha de conscientização para que profissionais e instituições de tratamento médico, clínico, ambulatorial ou hospitalar observem e ajudem no esforço contra o desaparecimento de menores. A ação tem apoio formal de diversas entidades médicas brasileiras e latino-americanas, como a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), além da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Igrejas Batistas, Movimento Humanos de Direitos (Mhud), Instituto de Migrações de Direitos Humanos (IMDH), ONG Mães da Sé, Rede Marista, Hospital Pequeno Príncipe do Paraná, além do Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas (Sicride).

Para tanto, o CFM publicou uma recomendação (nº 4/2014alertando os profissionais sobre procedimentos que auxiliam na busca. “Na consulta o médico pode observar como o menor se comporta com o acompanhante, se tem marcas ou empatia, por exemplo”, ressaltou Henrique Batista, secretário-geral do CFM. (veja outras recomendações abaixo)

ORIENTAÇÕES AOS MÉDICOS:

- Observe como a criança ou adolescente se comporta com o acompanhante. Se demonstra medo, choro ou aparência assustada.

- Observe se existe marcas físicas de violência, como cortes, hematomas ou até abusos.

- Solicite a documentação do acompanhante. Conforme o CFM, a criança deve estar acompanhada dos pais, avós, irmão ou parente próximo. Caso contrário, pergunte se a pessoa tem autorização por escrito.

- Desconfie se o acompanhante apresentar informações desencontradas, contraditórias ou não souber responder pergunta básicas.

- Comunique às autoridades competentes ou casos suspeitos.

Da Assessoria de Comunicação do Cremepe

 

 

CFM organiza ações em defesa da criança desaparecida    
Ter, 03 de Março de 2015 15:27

 

Semana de mobilização terá atos públicos em Curitiba e em São Paulo
Semana de mobilização terá atos públicos em Curitiba e em São Paulo
Para chamar a atenção dos médicos e da sociedade sobre o desaparecimento de crianças e adolescentes no Brasil, o Conselho Federal de Medicina (CFM) programa dois atos públicos durante a Semana Nacional de Mobilização para a Busca e Defesa da Criança Desaparecida, que acontece entre 25 e 31 de março.

 

No dia 25 de março, a entidade promoverá um ato simbólico em Curitiba (PR), o ponto de encontro será na Boca Maldita, no centro da cidade. “O espaço foi palco de diversas manifestações dos médicos paranaenses. Agora, a categoria terá a oportunidade de mostrar que também está preocupada com o tema ‘crianças desaparecidas’”, disse o conselheiro do estado no CFM, Donizetti Giambernardino Filho.

A capital paranaense é reconhecida como exemplo nacional e internacional na busca dessas crianças. O Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas do Paraná (Sicride) tem números de resgate superiores a 93%, muito diferente da realidade brasileira como um todo, que é de 15%, de acordo com relatório da Organização das Nações Unidas (ONU).

O segundo evento está confirmado para a cidade de São Paulo, no dia 31 de março. A ação tem parceria com a Associação Brasileira de Busca e Defesa a Crianças Desaparecidas (ABCD), conhecida como “Mães da Sé”. As entidades também promoverão um ato público por políticas públicas de enfrentamento ao desaparecimento de crianças e adolescentes na Praça da Sé, no centro de São Paulo.

Orientação aos médicos - A fim de colaborar, o CFM publicou a Recomendação CFM nº 4/2014, alertando os profissionais médicos e instituições de tratamento médico, clínico, ambulatorial ou hospitalar para que, ao atender uma criança, fiquem atentos a procedimentos que auxiliam na busca por crianças desaparecidas.

O documento do Conselho orienta os médicos a prestarem atenção nas atitudes desses pequenos pacientes: “observar como ele se comporta com o acompanhante, se demonstra medo, choro ou aparência assustada; observar se existem marcas físicas de violência, como cortes, hematomas ou até abusos”.

A Recomendação do CFM ainda alerta que os médicos peçam a documentação do acompanhante. Conforme a orientação do documento, “a criança deve estar acompanhada dos pais, avós, irmão ou parente próximo. Caso contrário, pergunte se a pessoa tem autorização por escrito”. Além disso, recomenda-se “desconfiar se o acompanhante fornecer informações desencontradas, contraditórias ou não souber as perguntas básicas”.

O problema do desaparecimento - No Brasil, são registrados em média 50 mil casos de desaparecimento de crianças e adolescentes por ano. O estado de São Paulo detém 25% desse número, representando o maior índice, seguido do Rio de Janeiro e dos estados do Nordeste. Estima-se, ainda, que quase 250 mil estejam desaparecidas no país.

De acordo com a presidente da ONG Mães da Sé, Ivanise Esperidião, dados da Delegacia de Pessoas Desaparecidas de São Paulo mostram que, em 2005, sumiram 18.702 pessoas no estado, enquanto em 2013 foram 23.194 casos. Membro da Comissão de Ações Sociais do CFM, Ricardo Paiva aponta que um dos principais problemas é a falta de um cadastro nacional – havendo grande expectativa em relação ao seu funcionamento efetivo, que apesar de ter sido criado por lei em dezembro de 2009, deixa as famílias sem suporte oficial.

 

Publicada em 24/11/2014, editada por Joelli Azevedo


Comissão do CFM se reúne com ONG Mães da Sé para tratar de prevenção ao problema

 

 

O Conselho Federal de Medicina (CFM) colabora para a elucidação de casos de desaparecimento de crianças. Para qualificar as estratégias, a Comissão de Ações Sociais do CFM se reuniu na sexta-feira (21), em São Paulo, com a Associação Brasileira de Busca e Defesa à Criança Desaparecida (ABCD), mais conhecida como Mães da Sé. As duas entidades organizam ato público para a Semana Nacional de Mobilização de Busca e Defesa à Criança Desaparecida, de 25 a 31 de março.

O descaso das autoridades sobre o desaparecimento de crianças foi o tema abordado durante o encontro. Para o integrante da Comissão do CFM, Ricardo Paiva, todos podem colaborar tanto na recuperação dessas crianças quanto também na prevenção dos sumiços. “Não podemos esperar que aconteça com nossas famílias para tomarmos atitude. E nós, médicos, podemos colaborar bastante, pois em algum momento elas podem passar em consultórios para tratamentos de saúde”.

Durante a reunião, Ricardo Paiva ainda enfatizou a dificuldade de se manter um cadastro atualizado de desaparecidos no país. Apontou que o cadastro oficial, do Ministério da Justiça (MJ) -www.desaparecidos.gov.br - possui menos de mil fotos cadastradas, o que está muito aquém da realidade brasileira. O CFM trabalha em políticas públicas permanentes para notificação compulsória no site do Ministério e a atualização. “É urgente a manutenção desta plataforma. Sem um rosto fica impossível se procurar alguém”, enfatiza Paiva.

De acordo com a presidente da Mães da Sé, Ivanise Esperidião da Silva Santos, o Governo Federal não tem dado importância devida aos desaparecidos. “Nas páginas policiais é possível obter fotos de veículos e foragidos, contudo não se divulga imagens das pessoas sumidas. Uma inversão de valores onde não há uma importância ao ser humano”, declarou. Ivanise também procura a filha Fabiana que saiu de casa no dia 23 de dezembro de 1995, aos 13 anos, e nunca mais retornou.

Segundo Ivanise, é nítido o aumento do número de pessoas desaparecidas. Dados da Delegacia de Pessoas Desaparecidas de São Paulo mostram que, em 2005, sumiram 18.702 pessoas no estado, enquanto em 2013 foram 23.194 casos. E este ano o número ainda é alarmante: de janeiro a agosto já foram oficializados 23.183 casos.

Colaboração médica - A fim de colaborar no encontro dessas crianças, recentemente o CFM publicou a Recomendação CFM nº 4/2014, alertando os profissionais médicos e instituições de tratamento médico, clínico, ambulatorial ou hospitalar, que ao atender uma criança, fique atento a procedimentos que auxiliam na busca por crianças desaparecidas.

O documento do Conselho chama atenção para que os médicos estejam atentos às atitudes das crianças: “observar como ela se comporta com o acompanhante, se demonstra medo, choro ou aparência assustada; Observar se existem marcas físicas de violência, como cortes, hematomas ou até abusos”.

A Recomendação do CFM ainda alerta para que os médicos peçam a documentação do acompanhante. “A criança deve está acompanhada dos pais, avós, irmão ou parente próximo. Caso contrário, pergunte se a pessoa tem autorização por escrito”, destaca o documento que completa: “desconfiar se o acompanhante fornecer informações desencontradas, contraditórias ou não souber as perguntas básicas”.

Cartazes com as recomendações foram repassados para postos de saúde, hospitais e delegacias. Sobre o tema, a entidade também mantem o hotsite “Médicos em resgate de crianças desaparecidas” - um sistema que permite que pessoas de diversos países cadastrem e busquem essas crianças. A página está disponível no endereçowww.criancasdesaparecidas.org e em três idiomas: português, espanhol e inglês.

Com objetivo de facilitar a localização de desaparecidos e proteger as crianças de sequestros, o Conselho Federal também apoia a iniciativa de que recém-nascidos recebam, ainda na maternidade, a carteira de identidade com o Registro Geral (RG).

Fonte: CFM
Da Assessoria de Comunicação do Cremepe

 

25/05/2015 12h07 - Atualizado em 25/05/2015 12h56

Em PE, médicos iniciam campanha para achar crianças desaparecidas

Depois de tiradas da família, muitas crianças são levadas a hospitais.
É nessa hora que os profissionais de saúde podem ajudar a identificar.

 

De acordo com o Conselho Federal de Medicina, a cada 15 minutos, um jovem desaparece no Brasil. Nesta segunda-feira (25), Dia Internacional da Criança Desaparecida, profissionais de saúde começam uma campanha para ajudar essas famílias. A campanha percorre 20 estados do país. A meta nesta segunda é visitar três hospitais: Helena Moura, Barão de Lucena e Imip.

Muitas vezes, depois de tirados da família, os jovens são levados pelos estranhos para consultas ou para tomar vacinas, e aí os profissionais de saúde podem desconfiar, denunciar e ajudar a polícia a localizar esses desaparecidos. Os profissionais estão percorrendo hospitais e postos de saúde para divulgar informações sobre como identificar crianças e adolescentes desaparecidos.

"A criança arredia, sinais de maus tratos, endereço não informado de maneira coerente entre a criança e o acompanhante, diferenças biológicas muito claras entre a criança e o acompanhante... São elementos de identificação de sequestro. O pediatra deve denunciar às autoridades", explicou Carlos Vital, presidente do Conselho Federal de Medicina.

O resgate acontece normalmente nas primeiras 48 horas. "É fundamental que se faça a denúncia e a polícia possa, nesse período, buscar a criança, porque depois desse período a coisa fica muito mais difícil", alertou Vital. Segundo ele, há vários relatos de ocorrências desse tipo. "Recentemente em Curitiba um desses casos foi elucidado a partir da denúncia de uma médica pediatra", lembra.

Em Pernambuco, só esse ano, cinco crianças desapareceram, mas todas foram encontradas. No entanto, 75 adolescentes sumiram, mas 58 forma encontrados. "A principal dificuldade no caso dos adolescentes é quando a própria vítima não quer ser encontrada e geralmente foge de casa por uma questão de maus tratos, perseguição familiar ou mesmo por estar em fase de rebeldia e quer fugir, às vezes com uso de drogas... Isso dificulta um pouco o trabalho da polícia", explica o delegado Geraldo da Costa.

Segundo o delegado, as crianças costumam ser mais fáceis de localizar porque, em geral, estão apenas perdidas. Costa reforça que o registro hoje pode ser feito imediatamente pela família em qualquer unidade policial. "O agente tem a obrigação de registrar e iniciar a procura da vítima", esclarece.

Costa lembra que a Polícia Civil mantém um site que ajuda a localizar crianças desaparecidas.

 

02/08/2012 Crianças Desaparecidas - CFM  
11/01/2012 Crianças desaparecidas no Brasil.  
19/07/2011 DEZ DICAS PARA PREVENIR DESAPARECIMENTO DE CRIANÇAS

 



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