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Reserve a data: MHuD - PRÊMIO JOÃO CANUTO 2014



01/12/2014 17:00:00

 

 

 

MHuD – Movimento Humanos Direitos 

1° de Dezembro de 2014

.18h às 22h.


Local:Casa de Cultura Laura Alvim - Rua Vieira Souto, 176 - Ipanema – RJ
ENTRADA FRANCA - 245 Lugares (Sujeito à Lotação)

 

Lançamento do Livro: “Direitos Humanos no Brasil 2014” 

Rede Social de Justiça e Direitos Humanos/SP

 

Lançamento do Livro: “Relatório Mundial da Escravidão 2014" 

 (Global Slavery Index 2014)  Walk Free Foundation 

 

Entrega do Prêmio João Canuto 2014

com Apresentação de Atores do MHuD e Artistas Convidados

 

 

PREMIADOS: 

 Miguel Lanzelotti  Baldez - Núcleo de Terras

  Rosa Maria Cardoso da Cunha - Comissão Nacional da Verdade

  Almir Ferreira Barros – Posseiro

 Elizete Sant’Anna de Oliveira- Missão Scalabriniana de Curitiba

 Anistia Internacional

 Rede Mobilizadora Meu Rio

 Projeto FRED

Ação da Cidadania

 

PARTICIPAÇÃO ESPECIAL:

  Gilberto Gil        

 

 

O livro “Direitos Humanos no Brasil 2014” traz anualmente um amplo panorama dos direitos humanos no país, incluindo direitos civis, políticos, econômicos, sociais, culturais e ambientais. O lançamento deste ano será comemorativo dos quinze anos da Rede Social de Justiça e Direitos Humanos. www.social.org.br
Em São Paulo, o lançamento será dia 10/12/2014, às 18:00hs, no Teatro Anchieta - SESC Consolação/São Paulo

A edição inaugural do "Índice Global de escravidão 2013", produzido pela Fundação WalkFree, fornece um ranking de 162 países em todo o mundo, com base em uma combinação de três fatores: a prevalência estimada de escravidão moderna pela população, uma medida de casamento infantil, e uma medida de tráfico de seres humanos e para fora do país. O índice fornece um ranking quantitativo de 162 países ao redor do mundo de acordo com a prevalência estimada. www.walkfree.org

PRÊMIO JOÃO CANUTO, resgata a história de um dirigente sindical do Pará que foi perseguido e assassinado porque lutava pela reforma agrária.  A intenção do MHuD é dar visibilidade a pessoas e entidades que se destacaram nas diversas frentes e instâncias dos direitos humanos.

O Movimento Humanos Direitos foi fundado em 2003 por um grupo de artistas, professores, padres com a intenção de através da imagem pública de artistas engajados na causa, dar visibilidade às violações dos direitos humanos como o trabalho escravo, a prostituição infantil, a luta pela demarcação das terras indígenas e das áreas dos quilombolas e em favor de ações socio-ambientais. As ações e luta do MHuD pela erradicação do trabalho escravo tem sido permanente e tornaram-se a principal bandeira do Movimento, com o engajamento dos artistas em campanhas, vídeos, manifestos, visitas as áreas de conflito e a pessoas ameaçadas de morte.

 

PREMIAÇÕES  ANTERIORES     

                                                           Quem foi João Canuto      


Após várias ameaças de morte, o dirigente sindical, João Canuto, foi assassinado com 18 tiros, no dia 18 de dezembro de 1985. Ele era perseguido principalmente por sua luta pela reforma agrária. O crime foi planejado por um grupo de fazendeiros do sul do Pará, entre eles Adilson Carvalho Laranjeira, fazendeiro e prefeito de Rio Maria na ocasião do assassinato, e Vantuir Gonçalves de Paula. O inquérito foi concluído oito anos após a ocorrência do crime. A denúncia foi feita pelo Ministério Público apenas em 1996. Um ano depois, sob ameaça da Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA (Organização dos Estados Americanos) de condenar o governo brasileiro pela demora na apuração dos fatos, o andamento do processo foi agilizado. Em 1999, o Brasil foi condenado pela Comissão Interamericana devido à lentidão na apuração do caso. Sob pressão de organizações de direitos humanos, em 2001, os dois acusados foram pronunciados como mandantes do assassinato.

Vale ressaltar, entretanto, que a perseguição e violência contra os trabalhadores rurais continuam na região. Cinco anos após a morte de Canuto três de seus filhos, Orlando, José e Paulo, foram seqüestrados e dois deles foram assassinados. Orlando sobreviveu, mas ficou gravemente ferido. Expedito Ribeiro, sucessor de Canuto na presidência do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, foi assassinado em 2 de fevereiro de 1991. Um mês depois, Carlos Cabral, sucessor de Ribeiro e genro de Canuto, foi ferido num atentado a bala.



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